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terça-feira, 28 de junho de 2011

Cabelos - Clássico que nunca sai de moda

Modernidade para os penteados clássicos é a proposta de Carlo Bay

Um clássico nunca sai de moda. Campeões de pedidos nos salões de beleza, os penteados formais continuam os preferidos para ocasiões como casamentos, festas de formatura e outras solenidades. Mas, sempre há aquelas mulheres que querem fugir do convencional e mostrar algo de diferente. E por que não dar um toque criativo nas formas consagradas?
Este ano, na Passarela BSG World, uma das trações do BSG World Festival, o hairstylist italiano Carlo Bay apresentou um desfile com inovações para penteados e cortes bem conhecidos, como coques, topetes e as tranças.
Presos e volumosos
No penteado totalmente preso, foi feito um coque baixo. A ousadia ficou por conta do volume no topete, que conferiu mais sofisticação ao look. Concentrar os fios na lateral também é uma ideia encontrada em propostas glamurosas, e para quebrar a seriedade, tranças envolveram os fios.
Cachos em alta
Os cabelos curtos em estilo chanel ganharam mais atitude com o volume dos cachos. Essa brincadeira com a textura traduz a tendência de cabelos com efeito cada vez mais natural. Nas madeixas compridas, a saída foi a raiz lisa com pontas volumosas. Na coloração, o loiro das pontas contrastou fortemente com a raiz escurecida.
Maquiagem para a noite
O maquiador Andrei Silva segue o estilo para ocasiões sociais com olhos escuros, boca vermelha e sobrancelhas bem marcadas. Sombras em tom grafite e delineadores pretos dominaram os visuais por serem perfeitos para as ocasiões noturnas.




sexta-feira, 24 de junho de 2011

Frioooozinho gostoso!!!

Beauty Color - Esmalte do Dia

Depois de alguns dias ausente, por causa de um gripão, quero mostrar o esmalte que a Beauty Color me enviou á pedidos...meus é claro. A cor chama-se Aquarium e é um azul clarinho bem bonitinho. Eu gostei, como sabem gostou de tons assim.

A embalagem diz:

Edição Limitada
Secagem rápida
Longa duração
Resultado perfeito
Cores vibrantes e
Últimas Tendências

O esmalte é um pouco ralinho passei duas camadas  e a unha não ficou bem coberta. Mas ta valendo!!!
Ah! Só uma coisa Beuaty Color, poderiam ter mandado mais de um né?!!! KKKKKK!!!!











Obaaa!!! Promoção do Clube das Blogueiras Yamá

PROMOÇÃO PARA QUEM ADORA COLORIR OS CABELOS: ULTRANUTRESS OLIVA CREME DE TRATAMENTO PRÉ E PÓS – COLORAÇÃO + PÓ DESCOLORANTE YAMÁ PARA CABELOS PRETOS E VERMELHOS



Vai no Blog e participeee!!!!


Bjos e Boa Sorte!!!!





segunda-feira, 13 de junho de 2011

Hoje é Dia de Santo Antônio - 13 de Junho

Bom eu  já tenho meu maridão, mas não custa nada agradecer e dá uma forcinha pra quem quer casar né?!

Obrigada meu querido Santo Antônio por tudo que o senhor me ajudou e me ajuda sempre. O senhor e todos os santos a que sou devota e amo tanto!



Oração dos Namorados

Grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Faze que eu seja realista, confiante, digno(a) e alegre. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família. Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé.
Assim seja.



ORAÇÃO - Santo Antonio, eu sei que o casamento é uma vocação abençoada por Deus. É o sacramento do amor, comparado ao amor que Cristo tem para com a Igreja.
Eu me sinto chamada para o casamento: por isto, Santo Antonio, ajuda-me a encontrar um namorado bom, amável, sério e sincero, que tenha os mesmos sentimentos de afeto que eu sinto. Faze que nos completemos um ao outro e formemos uma união abençoada por Deus, para que nós dois, juntos, sejamos capazes de vencer possíveis problemas familiares e conservemos sempre vivo o nosso amor, para que nunca falte a compreensão e a harmonia familiar.
Santo Antonio, abençoa-nos a mim e a meu namorado; acompanha-nos até o altar e conserva-nos unidos pelo resto da nossa vida.
Santo Antonio, rogai por nós.



Imagens: Google
Alupo





domingo, 12 de junho de 2011

Mais que isso

Ana Carolina

Eu não vou gostar de você porque sua cara é bonita
O amor é mais que isso
O amor talvez seja uma música que eu gostei e botei numa fita
Eu não vou gostar de você porque você acredita
O amor é mais que isso
O amor talvez seja uma coisa que até nem sei se precisa ser dita
Deixa de tolice, veja que eu estou aqui agora
inteiro, intenso, eterno, pronto pro momento e você cobra
Deixa de bobagem, é claro, certo e belo como eu quero
O corpo, a alma, a calma, o sonho, o gozo, a dor e agora pára
Será que é tão difícil aceitar o amor como é
E deixar que ele vá e nos leve pra todo lugar
Como aqui
Será melhor deixar essa nuvem passar
E você vai saber de onde vim, aonde vou
E que eu estou aqui


Foto 0331a
André Te Amo muito!


sábado, 11 de junho de 2011

Um novo livro de cabeceira

A obra História da Moda no Brasil - Das influências às autorreferências, lançada pela Pyxis Editorial, é o resultado de uma parceria entre o professor de História da Moda João Braga e o jornalista e escritor Luís André do Prado



Foi a partir das passarelas, das ruas e das publicações editoriais que o professor de História da Moda João Braga e o jornalista e escritor Luís André do Prado seguiram a trajetória da criação de moda no país.

Dividido em sete capítulos, o livro História da Moda no Brasil - Das influências às autorreferências contempla o período que vai de 1889 até 2010. Começa com um Brasil copiador e termina com um país formador de criadores.

A poucos dias do lançamento, encontrei os autores no escritório da Pyxix Editorial para conversarmos sobre a obra, lançada esta semana. João Braga e Luís André contaram que a ideia inicial previa um livro de 300 páginas, mas a pesquisa rendeu tanto, que o trabalho acabou dobrando de tamanho e deu origem ainda a um DVD com quatro programas, de 25 minutos cada um.

O vídeo não será vendido, vai ser um brinde para os leitores que comprarem a obra nos eventos que vão acontecer pelo Brasil (veja agenda abaixo). Outra forma de ter acesso ao material é ficar atento à TV Cultura, que veiculou o especial no programa Cultura Documentários. A emissora ainda não divulgou as datas de reprise, mas vale a pena checar a grade de programação do mês de julho (http://cmais.com.br/culturadocumentarios?d=2011/06/08).

Toda a apuração inspirou, ainda, outro projeto: a criação de um museu virtual da História da Moda no Brasil, já aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, mas ainda em fase de captação.


Capítulo 2: Costureiras e alfaiates vestem melindrosas e almofadinhas (Anos Loucos - 1919 a 1930)


A roupa feminina ficou mais funcional para atender às necessidades de uma mulher que saiu para o mercado de trabalho durante a Primeira Guerra Mundial e continuou nesse processo com o fim do combate. A silhueta mudou, passou a ser reta, e os comprimentos de saias e vestidos diminuíram.
''o Brasil, um exército de costureiras anônimas produzia, em ateliês domésticos ou informais, as peças também sob medida, mas sem o mesmo glamour (da França), que vestiam as nossas mulheres, quando não eram feitas pelas próprias donas de casa - todas já municiadas de máquinas de costura, equipamento presente na maioria dos lares de classe média'' (pág. 97).


Capítulo 1: Elegância fala francês com distinção (Belle Époque - 1889 a 1918)


A elite agrária, que dominava o Brasil, queria se vestir como os franceses, inventores da criação de moda propriamente dita. Os endinheirados partiam para estudar na França e consideravam que tudo o que era chique e refinado vinha de fora. Em território nacional, a única moda produzida era cópia fiel ou levemente adaptada dos modelos franceses.
''Não por outro motivo, os termos em francês predominavam na designação de quase tudo que se referia às roupas'' (pág. 28). Cintura marcada e chapéus exuberantes faziam parte dos trajes.


Um país que nasceu com a moda


Nessa parte introdutória a dupla reflete acerca do primeiro produto exportado pela nação, o pau-brasil. ''Espécie arbórea usada para a extração de um pigmento, então raro e valorizado, nas cores vermelha e púrpura, usado para tingir tecidos'' (pág. 17).


Capítulo 3: Alô, alô, Casa Canadá, Jotinha e Garotas do Alceu! (Era do Rádio - 1931 a 1945)


Nessa época, as curvas femininas voltaram a ser valorizadas e as maisons (casas) francesas surgiram no Brasil. ''Elas importavam e reproduziam aqui a moda lançada em Paris; para isso, contavam com oficinas de costura, alfaiataria, estoques de tecido, aviamentos e adornos vindos de fora'' (pág. 135).
A casa mais importante foi a Canadá, que ficava no Rio de Janeiro e distribuía a moda francesa para todo o Brasil. Em São Paulo, se destacaram as casas Madame Rosita e Vogue. Entretanto, ainda não eram consideradas criadoras de moda.


Capítulo 4: Alta moda surge no Brasil com costureiros do jet set (Anos Dourados - 1946 a 1960)


A modelagem superfeminina do New Look de Dior se concretiza nessa época e a indústria têxtil do Brasil se fortalece durante a Segunda Guerra Mundial.''Chegamos ao pós-Guerra ocupando a segunda posição mundial em capacidade produtiva e nosso forte continuava sendo o algodão'' (pág. 185).
Existe uma preocupação em mudar a imagem do algodão, que era associado aos menos favorecidos. Começa a surgir uma moda criada no Brasil. Concursos de beleza e desfiles pipocam e ganham importância. A confecção de roupas por meio de moldes se populariza e cresce.


Capítulo 5: Fenit e Rangan tornam a moda um grande espetáculo (Tropicália & Glamour - 1961 a 1975)


Os costureiros da moda luxo ganham visibilidade, patrocinados, especialmente, pelos fabricantes de fios sintéticos. Clodovil, Dener e Amalfi criavam roupas que eram apresentadas na Fenit (Feira Nacional da Indústria Têxtil), mas que nunca seriam vendidas. Um show para mostrar do que os fios eram capazes.
A Rhodia, tendo à sua frente Lívio Rangan, começou a ganhar destaque na Fenit e seu evento chegou a ser considerado o principal da feira. Mais tarde, a empresa lançou os Cruzeiros da Moda, editoriais fotografados fora do Brasil que tinham como objetivo legitimar a criação brasileira.


Capítulo 6: Jeans e grupos de estilistas fazem moda ''democrática'' (Anos Azuis - 1976 a 1990)


''A década de 1980 ganhou o epíteto de ‘anos azuis’ graças à onipresença do denim índigo blue nas vitrines, editorias de moda e ruas do país, expressando coincidentemente (ou não) um tempo em que se democratizava a vida pública e também a moda''(pág. 405).
Surge, então, um grupo de estilistas chamado Moda-Rio e depois, inspirado nesse primeiro, a Cooperativa de Moda, em São Paulo. Em seguida, outros núcleos são formados no país. A Rhodia investe em um curso de curta duração, voltado para a criação, com a francesa Marie Rucki, diretora do Studio Berçot, que trouxe uma maneira acadêmica de se pensar moda e ensinou estilismo.


Capítulo 7: Com escolas e semanas de moda, setor atinge maturidade (Supermercado de Estilos - 1991 a 2010)


''Foi a partir da década de 1990 que as primeiras gerações de estilistas e profissionais de moda graduados nas escolas pioneiras do país chegaram ao mercado'' (pág. 537). O Brasil passa a ter profissionais formados e prontos para criar. As semanas de moda ganham força. O Rio é o pioneiro quando lança, em 1992, a Semana de Estilo Leslie, que se transforma em Semana Barra Shopping de Estilo e, posteriormente, em Fashion Rio.
São Paulo começa um pouco mais tarde, em 1994, com o Phytoervas Fashion, que muda para Morumbi Fashion e, finalmente, para São Paulo Fashion Week. Alexandre Herchcovitch foi o primeiro a ter projeção internacional e abriu caminho para os outros estilistas.


Serviço:
História da Moda no Brasil - Das Influências às autorreferências
Pyxis Editorial
642 págs.
R$ 120

Agenda:
Data: 10/06 (sexta-feira)
Horário: a partir das 19h
Local: Casa do Saber - Rua Doutor Mário Ferraz, 414, São Paulo
Informações:             (11) 3707-8900      

Data: 11/06 (sábado)
Horário: das 9h às 12h
Local: FAAP - Rua Alagoas, 903, São Paulo
Informações:             (11) 3662-7000      











Mereje Trends - Para o Dia dos Namorados

Para arrancar suspiros dos apaixonados, dentre os belíssimos tons de vermelhos, a Mereje apresenta desde o vermelho intenso do beija-me, ao tom médio do noite caliente,  chegando a nuance escura do sabor da paixão. Basta escolher o que mais combina a esta data mais que especial, para arrasar corações.



Às românticas, que preferem tons claros e discretos, a Mereje sugere o amor eterno de cor rosa ou o carinho em tom lilás, ambos cintilantes.


Já para as ousadas, a dica são os pinks garota atrevida e baila comigo, que darão destaque as unhas.


Àquelas que pretendem arrasar à noite, devem optar pelas cores louco desejo e pura sedução,são tons de vinho que sugerem elegância e beleza às unhas.